|
|
Início > Colunas > Roberto Cardoso
Análise Transacional - Em busca da Autonomia de Vida O objetivo último da AT é levar o indivíduo a alcançar a Autonomia de Vida, ou seja, o indivíduo que tem o controle de seus atos, aceita a responsabilidade de seus próprios sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de abdicar-se de padrões inadequados para viver no aqui e agora. Através da Folha Seca, tenho divido com vocês muito dos conhecimentos que adquiri ao longo desta vida; diversas vezes mostrei assuntos inéditos, diretamente saídos da minha mente pelos dedos que tocam o teclado do notebook que uso neste momento. Confesso, não sabia exatamente qual seria o tema desta semana. Na dúvida consultei o Paulo Granetto (vejam a coluna que ele escreveu para a Folha Seca clicando aqui); de bate pronto ele escolheu Análise Transacional. Feliz escolha! Nove anos atrás, participei de um curso de vendas, onde assisti uma aula sobre Estados de Ego; gostei tanto que comecei a adotar nas minhas conversas e comportamento. Um pouco mais pra frente, no LT, vi o teste sobre estes mesmos Estados de Ego; era uma forma de colocar num gráfico o que intuitivamente eu já trabalhava. Há dois anos, tive o prazer de ampliar o conceito e chegar na Análise Transacional, coordenando um treinamento sobre o assunto com uma grande amiga e psicóloga, especialista no tema. Chegou a hora de compartilhar tudo isso com vocês. Ofereço esta série de artigos ao Artur, o instrutor do curso de vendas, ao Núcleo Ser, instituto responsável pelo meu LT, à Los Angeles, minha amiga psicóloga e, é claro, ao Paulo Granetto. Análise Transacional (AT) é uma teoria da personalidade criada pelo Dr. Eric Berne no final da década de 50. Ele dizia: “todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos”. A AT é uma forma de aprendizagem que veio em substituição ao velho modelo da enfermidade mental. Berne detestava termos médicos complicados, por isso passou a usar uma linguagem fácil, então todos o entendiam. A naturalidade da AT fundamenta-se nas necessidades básicas do ser humano: biológicas, psicológicas (onde incluo espiritual) e sociais. O objetivo último da AT é levar o indivíduo a alcançar a Autonomia de Vida, ou seja, o indivíduo que tem o controle de seus atos, aceita a responsabilidade de seus próprios sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de abdicar-se de padrões inadequados para viver no aqui e agora. Tudo isso pode ser obtido através da recuperação de três capacidades: consciência, espontaneidade e intimidade. Inatas no ser humano, algumas vezes ficam limitadas devido a situações estressantes ou traumáticas que sofremos em nossa infância. A teoria da AT está estruturada através de 10 Instrumentos, que aliados ao conhecimento da história pessoal do indivíduo, aos sinais de comportamentos observados e da intuição, permitem predizer, com um grau de acerto espantoso, o que acontecerá a ele, caso continue com o seu programa interno. Isto tanto se verifica no nível individual quanto em grupos e em organizações, facilitando, assim, a prevenção de comportamentos destrutivos e perigosos. Além disso, possibilita atuação precisa e potente para que não haja a concretização de tais predições. Estes instrumentos são: 1) Os Estados de Ego
2) Transação 3) Estruturação do Tempo 4) Carícias 5) Emoções 6) Posição Existencial 7) Jogos Psicológicos 8) Script de Vida 9) Miniscript de Vida 10) Dinâmica de Grupo Acredito que vocês estejam (como eu fiquei) curiosos e motivados a aprofundar a experiência com a AT. Fiquem tranquilos, semana que vem tem mais. Coluna originariamente apresentada em 08/04/2009 >> Comente este artigo
0 comentários para "Análise Transacional - Em busca da Autonomia de Vida"
Leia também:
»
18/2/2010: Análise Transacional - Egograma
»
18/2/2010: A Verdadeira História do Natal
»
18/2/2010: Administração por Quadrados - Como Tratar Notícias Novas
|
|